
Quem gosta de mangás ou simplesmente gosta do trabalho da excelente Rumiko Takahashi, não teve como ficar excitado com esse relançamento ( Fiquei tão ansioso que acabei lendo a nova série da Takahashi-sensei no One Mangá, Rinne, que mais tarde posso até falar dele aqui). Uma versão tão bem melhorada da edição brasileira de Ranma 1/2 era tudo o que os fãs precisavam e ainda por cima nós paulistas fomos beneficiados com um lançamento antes da data prevista no site da JBC. O mangá veio, como todas as outras séries da Takahashi-sensei, da revista japonesa Shonen Sunday, que particularmente os únicos mangás que me interesso dela são os da Rumiko Takahashi e Detective Conan. Aqui eu acho que a JBC precisava tampar o buraco que Inuyasha deixou, já que acabou esse ano, pois assim os fãs da Takahashi-sensei iriam comprar o mangá de Ranma assim como compraram Inuyasha ( E deu certo! ), ou seja aqui não há só um atendimento dos pedidos dos leitores, mas sim uma estratégia comercial. ( Desde que seja boa não faz nenhum mal ^^ )
Eu acho que nem era necessário falar um pouco da história, mas acho que é bom para aqueles que não conhecem. Ranma Saotome e seu pai voltam de um treinamento na China, porém Ranma descobre que seu pai combinou com um velho amigo de o rapaz escolher uma das três belas filhas desse amigo, porém Ranma tem um segredo obscuro, quando toma um banho de agua fria acaba se transformando em uma garota. O que será que acontecerá se o pai das meninas e as próprias descobrirem.
Apesar da capa não ser muito fiel a versão japonesa dá pro gasto pois a ilustração é a mesma e capa é bem feita, como os traços são ainda bem recentes da autora e característicos da época em que foi públicado não espere por um traço realista, mesmo assim o traço é bem legal. A edição é igual a de Hunter X Hunter, o traço é forte algumas linha faltam porém é ótima a imagem, qualquer coisa errada veio da edição japonesa. A tradução foi passada ficando fiel a tradução feita no anime aqui no Brasil, até nos sotaques. A comédia, romance e ação são coisas que se unem aqui de forma fácil e sem ser forçada, um ótimo mangá que tem que ir para sua coleção.
PS: Eu falei na última Jump da semana que iria fazer um post falando do mangá Tegami Bachi, mas como Ranma lançou mais cedo e se eu fizesse um post “em mãos” semana que vem ou amanhã achei que ficaria tarde demais e ele tem mais importância aqui. Amanhã eu falo de Tegami Bachi e provavelmente abro uma coluna com ele.








