Arquivo para a categoria 'Lançamento'

17
Set
09

Em mãos – Ranma1/2

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Quem gosta de mangás ou simplesmente gosta do trabalho da excelente Rumiko Takahashi, não teve como ficar excitado com esse relançamento ( Fiquei tão ansioso que acabei lendo a nova série da Takahashi-sensei no One Mangá, Rinne, que mais tarde posso até falar dele aqui). Uma versão tão bem melhorada da edição brasileira de Ranma 1/2 era tudo o que os fãs precisavam e ainda por cima nós paulistas fomos beneficiados com um lançamento antes da data prevista no site da JBC. O mangá veio, como todas as outras séries da Takahashi-sensei, da revista japonesa Shonen Sunday, que particularmente os únicos mangás que me interesso dela são os da Rumiko Takahashi e Detective Conan. Aqui eu acho que  a JBC precisava tampar o buraco que Inuyasha deixou, já que acabou esse ano, pois assim os fãs da Takahashi-sensei iriam comprar o mangá de Ranma assim como compraram Inuyasha ( E deu certo! ), ou seja aqui não há só um atendimento dos pedidos dos leitores, mas sim uma estratégia comercial. ( Desde que seja boa não faz nenhum mal ^^ )

Eu acho que nem era necessário falar um pouco da história, mas acho que é bom para aqueles que não conhecem. Ranma Saotome e seu pai voltam de um treinamento na China, porém Ranma descobre que seu pai combinou com um velho amigo de o rapaz escolher uma das três belas filhas desse amigo, porém Ranma tem um segredo obscuro, quando toma um banho de agua fria acaba se transformando em uma garota. O que será que acontecerá se o pai das meninas e as próprias descobrirem.

Apesar da capa não ser muito fiel a versão japonesa dá pro gasto pois a ilustração é a mesma e capa é bem feita, como os traços são ainda bem recentes da autora e característicos da época em que foi públicado não espere por um traço realista, mesmo assim o traço é bem legal. A edição é igual a de Hunter X Hunter, o traço é forte algumas linha faltam porém é ótima a imagem, qualquer coisa errada veio da edição japonesa. A tradução foi passada ficando fiel a tradução feita no anime aqui no Brasil, até nos sotaques. A comédia, romance e ação são coisas que se unem aqui de forma fácil e sem ser forçada, um ótimo mangá que tem que ir para sua coleção.

PS: Eu falei na última Jump da semana que iria fazer um post falando do mangá Tegami Bachi, mas como Ranma lançou mais cedo e se eu fizesse um post “em mãos” semana que vem ou amanhã achei que ficaria tarde demais e ele tem mais importância aqui. Amanhã eu falo de Tegami Bachi e provavelmente abro uma coluna com ele.

12
Ago
09

Em mãos – DNA²

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É pois é está ai o novo mangá da JBC, está atrasado mas desde o ínicio eu quis comprar ele para trazer pra cá, pois aposto se vocês tiverem visto DNA² em alguma banca e viram o selo da Shonen Jump devem ter pensado, “Ta ai, mais um mangá pro gabpieri, aquele cara do Epic Failure, analisar” e estou aqui. Apesar de se um título da Jump, e bem clássico,  DNA² eu só conhecia por nome mesmo, nunca cheguei a ver imagem, mas já tinha uma idéia do traço pois o autor Masakazu Katsura-san (é um jeito de como eu chamo eles na minha mente, acho que vo passar a usar aqui porque tenho mó respeito pelos mangakás) já teve um de seus título públicados no Brasil, que também foi da JBC, Video Girl Ai. Não sei se alguem aqui leu ou já ouviu falar,se não conhece recomendo que leia pois além de ser um membro da Jump clássico, é uma série muito boa.

Mas vamos falar de DNA², é uma série da Jump e apareceu na revista semanal Weekley Shonen Jump e não na Square Jup como alguns pensam, seja de onde for é uma ótima mistura de um pouco de ação com Echii total, aqui você não vai ver muitas meninas peladas como em To Love Ru, pelo menos nesse volume, mas irá ver várias calcinhas a se vai. A história gira em torno de Jinta Momonari, um zé mané que tem uma alergia, que pessoalmente nunca ouvi falar, de mulheres, toda vez que chega perto de uma menina acaba ficando tímido e querendo se afastar, se pega na mão já se sente enjoado e se passa disso ele vomita (é sério). Por esse motivo o coitado é sempre o motivo de gozação das meninas, até que um dia uma garota vem do futuro dizendo que ele é um megaplayboy que engravidou cerca de 100 mulheres, essa garota, chamada Karin, é uma especialista e manipuladora de DNA, apesar de desconfiar de que Jinta não é um megaplayboy ( e não é) acaba mudando seu DNA, mas não para uma aparencia pior e sim mudando seu DNA para ele ficar com a característica de um megaplayboy, assim Karin que deveria evitar a superpopulação causada por ele, acaba por ser a principal culpada de tudo e então a confusão começa.

A qualidade do mangá em si é boa, apesar da capa ser uma qualidade igualmente boa é muito mole pro meu gosto, bem o jeito da JBC, mas se compararmos com os mangás japoneses, as capas deles são bem moles mas possuem uma artimanha que evita dobras, e o leitor pode até mesmo tirar a capa para ler, mas isso é assunto pra um futuro post (acreditem). O que eu queria é que a JBC fizesse as capas mais duras como os mangás da Panini. Bom os traços estão excelentes fortes e fáceis de ver, não há nenhuma linha fraca sem ser de propósito. As ilsutrações que começam os capítulos estão juntas no final da edição, aqui não há os comentários do autor e o que é uma pena pois adoraria ver como ele se sente depois de ter se dado bem com Video Girl Ai e começando uma série igualmente boa. Recomendo bastante esse mangá, por ser hilário e por ter uma idéia de trama bem original.

Aqui vai uma curiosidade sabiam que a capa de DNA²  é parecida com a de Video Girl Ai, vejam:

Nota: Os parenteses são comentários pessoais, se quiser ignore.

06
Mai
09

Claymore 1# em mãos

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Ta ai um mangá bem duvidoso de comprar, mas eu estou aqui para ver se vale a pena ou não comprá-lo, agora se cê quer saber o motivo de eu ter comprado, olhe bem a capa, lá você verá o selo da Jump( Não ai na imagem mas sim em uma banca pra ver a contra-capa), agora como eu já disse eu sou um Jump Hunter e ta ai um mangá que eu não conhecia só ouvia falar.O fato muito importante do Claymore é que tenho que ser mais rigido na análise dele, pois ele é bimestral, ou seja só aparece de dois em dois meses, então ai sim a Panini precisa fazer um trabalho ótimo, mas vamos ver o que ocorreu aqui.

Provavelmente o fato de você estar em dúvida de comprar ou não, é por causa da história. O enrendo  é um tipo de D.Gray.Man medieval, e é um mangá que faz jús ao legado da Jump. A capa está em boa qualidade dura e perfeita para evitar amassos( Sendo que o título do mangá foi colocado com um tom de prata pra combinar com o tema). Os traços estão mais leves que os dos exemplares japoneses ,mas não estão apagados o que é coisa boa, mas poderiam dar uma força maior no sombreado que está muito tosco. Um fato que me incomoda é que esse mangá está muito curto, apesar dos tamanhos enormes dos capítulos, e ainda por cima por ser um mangá bimestral, só há quatro capítulos. No mangá tirando o primeiro e o ultimo capítulo não apresenta muita profundidade na história,já a cenas de luta são boas pra caramba, perfeitos para fãn’s de ação de violência ( Sendo que fãn’s de Beserk vão adorar essas partes no mangá apesar de serem cenas mais leves que ele).

Conclusão, é fã de mangás de ação, compre, se procura não só ação mas uma história boa e misteriosa, bom não compre agora mas espere até sair o volume dois e compre em uma loja que tenha os dois disponíveis, pois pela quantidades de capítulos não vale  muito o dinheiro investido. Mas sim é um mangá bom mas espere até o climax rolar.

05
Mai
09

D.Gray.Man 1# em mãos

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D.Gray.Man está nas bancas desde a última quinta-feira, porém se ainda não comprou por falta de dúvidas eu irei falar algumas coisas do mangá para você tomar sua decisão.

Primeiramente a qualidade, muito boa mesmo, as folhas, a capa e os traços estão em ótimo estado. Não há um sequer quadrinho com o traço em péssimo estado, pelo contrário foi muito mais fortificado para deixar mais a característica gótica do mangá, coisa que no japonês quando fui na Fonomag pra dar uma olhada não é usado esse recurso. Os comentários do autor e seus omakes estão lá para matar a curiosidade ( Sendo que Zura* Hoshino faz uns comentários bem digamos non sense e apresentando um pouco de vergonha ao apresentar suas idéias). A tradução também é muita boa, deixando as palavras como akuma desse jeito que escrevi e não uma tradução besta como os caras lá dos EUA gostam de fazer, como o caso de Bleach onde Shinigami virou cefeiro de almas. ( Como eu tenho Jump e vi o mangá original japonês, lá eles falam akuma com letras do ocidente mesmo, mas está abreviada como se faz com nomes máquinas e armas, desse jeito A.K.U.M.A, para deixar claro que se trata de uma arma e não do ser mitológico, e isso me incomodou um pouco, mas isso é bem irrelevante, sendo que por esses canto não faria sentido colocar akuma desse jeito sem ter a explicação das letras. ) E claro para deixar a beleza da páginas há um glossário de todas as palavras desconhecidas e de outras curiosiodades no final do volume.

Ou seja, se não conhece D.Gray.Man, ou já assistiu o anime interio mas quer acompanhar o mangá para ver o que acontece mais adiante compre. Aqui a Panini faz novamente jús a seu troféu joinha.

* : Na verdade o nome do autor é Katsura Hoshino, quem assiste ou le Gintama vai entender, desculpa gente não resisti XD !!!




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