
É pois é está ai o novo mangá da JBC, está atrasado mas desde o ínicio eu quis comprar ele para trazer pra cá, pois aposto se vocês tiverem visto DNA² em alguma banca e viram o selo da Shonen Jump devem ter pensado, “Ta ai, mais um mangá pro gabpieri, aquele cara do Epic Failure, analisar” e estou aqui. Apesar de se um título da Jump, e bem clássico, DNA² eu só conhecia por nome mesmo, nunca cheguei a ver imagem, mas já tinha uma idéia do traço pois o autor Masakazu Katsura-san (é um jeito de como eu chamo eles na minha mente, acho que vo passar a usar aqui porque tenho mó respeito pelos mangakás) já teve um de seus título públicados no Brasil, que também foi da JBC, Video Girl Ai. Não sei se alguem aqui leu ou já ouviu falar,se não conhece recomendo que leia pois além de ser um membro da Jump clássico, é uma série muito boa.
Mas vamos falar de DNA², é uma série da Jump e apareceu na revista semanal Weekley Shonen Jump e não na Square Jup como alguns pensam, seja de onde for é uma ótima mistura de um pouco de ação com Echii total, aqui você não vai ver muitas meninas peladas como em To Love Ru, pelo menos nesse volume, mas irá ver várias calcinhas a se vai. A história gira em torno de Jinta Momonari, um zé mané que tem uma alergia, que pessoalmente nunca ouvi falar, de mulheres, toda vez que chega perto de uma menina acaba ficando tímido e querendo se afastar, se pega na mão já se sente enjoado e se passa disso ele vomita (é sério). Por esse motivo o coitado é sempre o motivo de gozação das meninas, até que um dia uma garota vem do futuro dizendo que ele é um megaplayboy que engravidou cerca de 100 mulheres, essa garota, chamada Karin, é uma especialista e manipuladora de DNA, apesar de desconfiar de que Jinta não é um megaplayboy ( e não é) acaba mudando seu DNA, mas não para uma aparencia pior e sim mudando seu DNA para ele ficar com a característica de um megaplayboy, assim Karin que deveria evitar a superpopulação causada por ele, acaba por ser a principal culpada de tudo e então a confusão começa.
A qualidade do mangá em si é boa, apesar da capa ser uma qualidade igualmente boa é muito mole pro meu gosto, bem o jeito da JBC, mas se compararmos com os mangás japoneses, as capas deles são bem moles mas possuem uma artimanha que evita dobras, e o leitor pode até mesmo tirar a capa para ler, mas isso é assunto pra um futuro post (acreditem). O que eu queria é que a JBC fizesse as capas mais duras como os mangás da Panini. Bom os traços estão excelentes fortes e fáceis de ver, não há nenhuma linha fraca sem ser de propósito. As ilsutrações que começam os capítulos estão juntas no final da edição, aqui não há os comentários do autor e o que é uma pena pois adoraria ver como ele se sente depois de ter se dado bem com Video Girl Ai e começando uma série igualmente boa. Recomendo bastante esse mangá, por ser hilário e por ter uma idéia de trama bem original.
Aqui vai uma curiosidade sabiam que a capa de DNA² é parecida com a de Video Girl Ai, vejam:

Nota: Os parenteses são comentários pessoais, se quiser ignore.